O secretário nacional de mobilidade urbana do Ministério das Cidades, Marcos Daniel, explica o que o novo marco legal do transporte público acrescenta à lei de mobilidade de 2012 e como ele se encaixa no Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), feito em parceria com o BNDES.
O ponto central: um serviço que depende só da tarifa não atende a população, e em regiões metropolitanas com mais de 1 milhão de habitantes não há saída para o congestionamento que não passe por metrô, BRT e VLT. Como esses projetos são caros e atravessam gestões, o estudo mapeou a rede necessária e propõe uma sequência de priorização — o que ele chama de estratégia nacional.
Entrevista gravada no estúdio da Agência iNFRA durante o Conexão ANPTrilhos 2026, em Brasília.
CAPÍTULOS
00:00 Abertura
00:23 O momento de transformação do setor
01:08 O que o marco legal acrescenta à lei de 2012
02:03 Por que só a tarifa não sustenta o serviço
02:43 O Estudo Nacional de Mobilidade Urbana
03:20 A competência federal de fomentar média e alta capacidade
04:17 Por que acima de 1 milhão de habitantes não há outra solução
05:11 R$ 20 bilhões por ano durante 30 anos
05:42 Como priorizar: a cidade que precisa de oito linhas de BRT
07:04 A estratégia nacional
07:23 Governança metropolitana e os novos gestores
08:21 Comunicar benefício em vez de custo de obra
09:46 “No próximo ciclo, a gente não começa do zero”
10:01 Encerramento
Entrevista: Dimmi Amora, diretor da Agência iNFRA
Realização: Agência iNFRA
Evento: Conexão ANPTrilhos 2026 — Brasília Palace Hotel

