Pedro Bruno Barros, secretário de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias de Minas Gerais, faz o balanço da retomada do metrô de Belo Horizonte e apresenta o que vem pela frente na região metropolitana.
Desde a assinatura da concessão, em 2023, já foram executados mais de R$ 2,5 bilhões: novas estações nas linhas 1 e 2, revitalização das estações existentes e 10 novas composições para substituir trens com mais de 20 anos de uso. A linha 2 completa, com sete estações, está prevista para março de 2028. Em paralelo, avança a modelagem da linha 3 — subterrânea, estimada em R$ 4 bilhões, em pré-estruturação com o BID — e da linha 4, um VLT ligando Contagem a Betim.
Ele também detalha o Pacto pela Mobilidade, firmado em agosto com as prefeituras de Belo Horizonte, Betim, Contagem e Nova Lima, que respondem por mais de 90% do fluxo de passageiros da região metropolitana. O diagnóstico que sustenta o pacto é direto: a região convive com mais de 50 tarifas e mais de 5 cartões diferentes, e quem paga a conta da falta de integração é o usuário.
Entrevista gravada no estúdio da Agência iNFRA durante o Conexão ANPTrilhos 2026, em Brasília.

