Biometria da palma da mão no transporte: como funciona | Gustavo Canuto, Grupo GTI

Gustavo Canuto, vice-presidente do Grupo GTI, apresenta a tecnologia que a empresa está trazendo para o transporte público brasileiro: a biometria da palma da mão — não da palma que se vê, mas do padrão vascular subcutâneo, lido por infravermelho.

Ele explica por que esse dado é mais difícil de fraudar do que a biometria facial: não há como replicá-lo a partir de uma fotografia, e a leitura só funciona com fluxo sanguíneo na mão. E compara velocidade e precisão com as biometrias hoje em uso.

Entrevista gravada no estúdio da Agência iNFRA durante o Conexão ANPTrilhos 2026, em Brasília.

Entrevista: Dimmi Amora, diretor da Agência iNFRA
Realização: Agência iNFRA
Evento: Conexão ANPTrilhos 2026