Fernanda Rezende, diretora executiva da CNT, compara os dados de 2017 e 2024 e mostra o tamanho da mudança: em 2017, metade da população se locomovia por veículo individual e metade por coletivo. Em 2024, só um terço usa o transporte coletivo.
Ela detalha para onde essa demanda foi — aplicativos, táxi e outros modos individuais — e o que os próprios usuários apontam como motivo para sair: a tarifa, o conforto e, principalmente, a flexibilidade.
Entrevista gravada no estúdio da Agência iNFRA durante o Conexão ANPTrilhos 2026, em Brasília.
Entrevista: Dimmi Amora, diretor da Agência iNFRA
Realização: Agência iNFRA
Evento: Conexão ANPTrilhos 2026 — Brasília Palace Hotel

