A transformação digital no setor ferroviário começa na base da operação: sensores, sistemas de controle, supervisórios, automação e integração de ativos capazes de transformar eventos operacionais em dados confiáveis. É nessa interseção entre engenharia, automação, software e dados que a Radix atua, combinando engenharia tradicional, engenharia digital e tecnologia para apoiar operações mais eficientes, inteligentes e resilientes.
Nos projetos ferroviários, como nas Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda de São Paulo, a atuação da Radix vai além da implantação da camada de controle. A empresa estrutura sistemas supervisórios capazes de integrar sensores, equipamentos de campo, sistemas de controle e ativos operacionais, organizando informações da operação em tempo real. Esse é um passo essencial para viabilizar iniciativas de analytics e Inteligência Artificial (IA) aplicadas à manutenção, operação e tomada de decisão.
A evolução natural desse ambiente é a construção de uma arquitetura orientada a dados. Informações operacionais como alarmes, falhas, medições elétricas, temperatura, vibração, disponibilidade de sistemas e eventos de manutenção passam a alimentar uma camada integrada ao data lake. A partir dessa base, a Radix desenvolve dashboards operacionais, detecção de anomalias, diagnósticos de causa-raiz e, em estágios mais avançados, manutenção preditiva e prescritiva.
Esse é um dos diferenciais estratégicos da Radix: conectar o mundo Tecnologia Operacional (OT) formado por sensores, Controladores Lógicos Programáveis (CLPs), sistemas de energia, sinalização e equipamentos de campo, ao universo de Tecnologia da Informação, analytics e IA. O supervisório deixa de atuar apenas como ferramenta de comando e monitoramento e passa a ser também uma fonte estruturada de inteligência operacional.
A empresa apresentou publicamente um sistema de controle centralizado para eficiência operacional ferroviária, selecionado para o InnoTrans World Innovation Guide. A solução auxiliava operadores na priorização de ações, identificação e resolução de falhas, redução do tempo de manutenção, aumento da segurança e redução do consumo de energia, além de incluir simulação SCADA – Supervisory Control and Data Acquisition, lógica de causa e efeito e reprodução histórica para análise de falhas críticas.
A Radix cria a fundação digital para a ferrovia inteligente, permitindo que operadores evoluam de uma atuação reativa para uma operação preditiva e, futuramente, prescritiva, capaz de antecipar riscos, reduzir indisponibilidades, otimizar equipes de manutenção e proteger a experiência do passageiro.
Reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do setor, a Radix também apoia iniciativas voltadas à inovação e à troca de conhecimento no mercado metroferroviário.
O Conexão ANPTrilhos se consolida como um dos principais pontos de encontro do setor metroferroviário no Brasil. O evento reúne governo, operadores, iniciativa privada e especialistas para discutir o futuro da mobilidade sobre trilhos, um tema estratégico para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do país.
O evento contribui diretamente para o avanço de temas estratégicos ao promover debates sobre planejamento de longo prazo, financiamento, marco legal e expansão do transporte sobre trilhos. Essas discussões são fundamentais para viabilizar investimentos, ampliar a mobilidade urbana e apoiar a evolução do setor com mais eficiência, inovação e sustentabilidade
Para a Radix, patrocinar esse encontro é uma decisão natural e estratégica. “Atuamos há mais de 10 anos no segmento de transporte de passageiros sobre trilhos, oferecendo soluções de tecnologia e automação, e recentemente nos associamos à ANPTrilhos, entidade que representa e impulsiona o desenvolvimento do setor no Brasil. Estar próximo dos principais atores desse ecossistema fortalece relacionamentos, amplia oportunidades de parceria e reforça nosso posicionamento no mercado. Ao participar ativamente desse fórum, a empresa reforça seu compromisso em contribuir, por meio da tecnologia, para a modernização do transporte ferroviário de passageiros no Brasil”, explica Sara Fernandes Souza, Gerente de Negócios para Tecnologia de Infraestrutura de Transportes da Radix.

